Ricardo Freire, um dos melhores cronistas da atualidade, está escrevendo para o Estadão um blog chamado No Paredão dedicado exclusivamente ao Big Brother. Em seu post inicial, defende a tese de que as melhores edições do BBB são as de número ímpar, e cita uma série de argumentos que não resisti em trazê-los para cá. Confiram (e espero que ele esteja certo)!
Esse Big Brother tem tudo para ser bom.
E não é por causa da bolha ou do elenco ou da decoração da casa ou de nada.
Esse Big Brother vai ser bom porque é ímpar. E todo Big Brother ímpar é bom.
Big Brother 1: a elite do Brasil x Bam Bam. Saíam os tucanos, começava a era Lula, e o Big Brother anunciou.
Big Brother 3: Nelson Rodrigues na área. Dhomini namora Sabrina (futura Sato) no ar, e a noiva corna de Goiânia comparece a quase todas as eliminações como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Big Brother 5: Jean (futuro Wyllys) é o primeiro gay a protagonizar uma novela em horário nobre na TV aberta. (E de lambuja ainda ganhamos a Grazi, futura Massafera).
Big Brother 7: enquanto estavam presos na ficção, Alemão e Íris fizeram o melhor par romântico da TV brasileira em muitos anos. E a produção conseguiu reunir um elenco de vilões sem-noção jamais visto no ar.
Já os BBB pares — não se salvou nenhum. Não passaram de programas de prêmios vencidos por quem conseguiu dormir mais durante a temporada.
Tentei não ler muito sobre esta edição. Não quis conhecer nenhum perfil antes de começar. (Até porque os perfis nunca querem dizer nada.)
Sai pra lá, Flora. Vai começar a minha novela favorita
![]()
A propósito, você sabe o que aconteceu com os ganhadores das edições anteriores do BBB? Se não, clique aqui!

2 respostas Até agora ↓
kelly // Janeiro 21, 2009 às 12:42 pm |
eooo acho q num tein nad’s a vê .. o bbb 8 foi o melhor só num foi tão maravilhoso pq o Rafinha tinha namorada e num fiko com a Giiiii.. bjoss!!
kelly // Janeiro 21, 2009 às 12:42 pm |
………….